domingo, 2 de maio de 2010

Guias de Auto-estudo

Os Guias de Auto-estudo nos auxiliam no aprendizado da linguagem de programação PascaL, o que possibilita, juntamente com o raciocínio correto, o desenvolvimento de programas em PascaL.

O GAE1 teve exatamente o papel introdutório, como confirma o nome do mesmo: Introdução à Programação. Aprendemos os comandos básicos, desenhando algumas formas geométricas simples e fizemos o primeiro programa mais elaborado, envolvendo cálculo, com a finalidade de converter temperaturas sem a necessidade de esforço humano. Aprendemos também a compilar e a executar um programa. Sem dúvidas, o programa de conversão foi o mais complicado entre todos, por ser um programa no qual nem todos os passos podem ser observados ao mesmo tempo em que são feitos. Em contraposição, o exercício de produzir uma linha foi o mais simples de todos, sendo realizado com o menor número de comandos. No entando, o mais divertido, na minha opinião, foi o de produzir um cubo, por ser uma figura que, diferentemente das outras, é apresentada em três dimensões. Já a seta é mais enjoada de ser feita, logo, não me agradou muito.

O GAE2, Programando seu computador, fugiu um pouco da prática e trabalhou com a teoria. Tivemos que criar um raciocínio lógico para o desenvolvimento de certas atividades, de forma que o objetivo fosse alcançado. Como o modo de fazer os exercícios foi basicamente o mesmo, o nível de dificuldade pode ser considerado igual para todos, bem fáceis, com exceção do desafio que era um pouco mais trabalhoso, porém era o mais divertido. Criar um algorítmo para somar três números foi o mais simples de todos e pensar numa lógica para transportar um leão, uma cabra e um pedaço de grama de um lado para outro de um rio, atravessando com um bote, sem ter conhecimento de posíveis regras, foi o exercício menos agradável de fazer.

Explorando o PascaL, o GAE3, foi responsável pela introdução de um novo comando existente na linguagem de programação, o FOR, assim como apresentou os tipos de variáveis identificados pela mesma linguagem. Desenhar uma circunferência foi o exercício mais divertido pra mim, enquanto calcular a área da circunferência e a área de um triângulo foram os menos divertidos por não saber em função de que elas seriam calculadas, o que fez eles se tornarem os mais difíceis, na minha opinião. O mais fácil foi o de somar três números.

O GAE4 teve um conteúdo um pouco mais aprofundado, apesar de ainda ser considerado básico, apresentando estruturas condicionais e de repetição, o que justifica seu nome ser Estruturas de Controle. Esse guia teve exercícios com um nível mais difícil, sendo esse fato bem representado pelo exercício de fazer estatísticas das idades de um conjunto de indivíduos. Entretanto, o exercício mais chato de ser feito foi o de calcular a nota final de um aluno em função de dados externos que deveriam obedecer a certos intervalos. O exercício mais fácil é aquele em que devemos apenas compreender um programa que utiliza entrada e saída. O mais divertido é também o mais difícil, que foi apresentado anteriormente, o das estatísticas.

Todas as informações apresentadas pelos guias atingem o objetivo inicial, nos ensinar a programar. Talvez demonstrações em sala de alguns programas estratégicos pudesse facilitar o nosso entendimento, mas apenas nos casos mais complicados. Embora isso não seja tão necessário, já que contamos com a presença de um monitor e da professora nos fóruns para tirar dúvidas.